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Terapia Ocupacional

TERAPIA OCUPACIONAL NO CONTEXTO HOSPITALAR

                    A Terapia Ocupacional no contexto hospitalar é regulamentada pela RESOLUÇÃO n° 429 de 08 de julho de 2013 ((D.O.U. nº 169, Seção I de 02 de Setembro de 2013). Apresenta duas áreas de atuação: “Atenção intra-hospitalar e “Atenção em Cuidados Paliativos”, como descritos a seguir:

I. A área de atuação “Atenção intra-hospitalar” compreende: o planejamento e execução da intervenção terapêutico-ocupacional junto aos pacientes, familiares e acompanhantes e/ou cuidadores, em regime de internação e ambulatorial, assim como aos trabalhadores e gestores, em diferentes contextos do hospital. II. A área de atuação de “Atenção em Cuidados Paliativos” compreende o oferecimento de cuidados terapêuticos ocupacionais junto a equipes multiprofissionais, a pacientes com condições crônico-degenerativas potencialmente fatais (oncológicas e não-oncológicas) e que estão em tratamento sem condições de modificação da doença; os Cuidados Paliativos são considerados cuidados preventivos, pois previnem um grande sofrimento motivado por dores, sintomas e pelas múltiplas perdas físicas, psicossociais e espirituais.

Principais ações desenvolvidas pelo terapeuta ocupacional no contexto hospitalar:

Intervir no cotidiano hospitalar de modo a promover a qualidade de vida e desempenho ocupacional durante a internação, por meio da humanização do ambiente, dos atendimentos e das relações interpessoais; Trabalhar com famílias os impactos da internação, as consequências da doença, a preparação para a alta; orientação em relação à mobilização no leito; os cuidados básicos; as atividades de vida diária e a reinserção social; Desenvolver, durante a internação a atividades adequadas ao perfil do paciente, individualmente ou em grupo e Orientação da organização do cotidiano dos pacientes e familiares, de acordo com o funcionamento das estruturas e dos programas hospitalares; Proporcionar ao pacientes condições para expressar seus temores e percepções sobre a doença, favorecendo os interesses normais e contatos sociais e valorizando suas potencialidades ocupacionais, minimizando os efeitos da separação dos familiares e do trabalho; Prevenir as incapacidades e/ou promover a recuperação da capacidade funcional, mantendo as habilidades de vida ocupacional do paciente; Promover a reeducação sensorial e da coordenação motora, a independência na alimentação, higiene, locomoção e destrezas manuais; Indicar exercícios terapêuticos para minimizar a dor, prevenir deformidades e rigidez para o desempenho das atividades de vida diária

 

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Ozanira Aquino /crefito6660

Terapeuta OcupacionalTerapeuta Comunitária 

Educadora Biocêntrica

Especialista em Saúde da Família e Comunidade/UECE

Mestre em Saúde Publica/Universidade Estadual do Ceará